Sobre

João Weyl e Armando Lirio

Esta é a página oficial da candidatura da chapa do prof. João Weyl reitor e do prof. Armando Lirio à reitoria da UFPA. Sejam bem-vindos e bem-vindas. Para conhecer um pouco mais sobre nossa trajetória acadêmica e de gestão, acompanhe nossos Lattes.

João Weyl: http://lattes.cnpq.br/9622051867672434
Armando Lirio: http://lattes.cnpq.br/8782066216945002

Última Roda de Conversa

Testemunhos

“Um homem do povo, destaque do mundo acadêmico e a certeza de uma representação que atenderá os anseios da rede Universitária do povo do Pará. Conte com o meu apoio e total reconhecimento”.

(Dinamir Viana - Prodepa) / via Facebook

“Voto em João Weyl para reitor da UFPA, por sua ampla capacitação e experiências vividas no Governo do Estado do Pará e na UNIFESSPA, e porque seu projeto representa possibilidades de avanço de nossa instituição na consolidação como centro de referência voltado principalmente para a resolução dos problemas regionais".

(Albano Gomes - servidor do Naea/UFPA) / via Email

“O Prof. João Weyl tem meu voto para reitor da UFPA, pois é o candidato mais preparado e tem a proposta de uma Universidade aberta ao diálogo, fundamental para que a instituição atinja um novo nível, atendendo aos anseios da comunidade. Com toda a sua experiência como vice-reitor na UNIFESSPA, bem como as diversas contribuições na pesquisa e no ensino, o Prof. João Weyl propõe um modelo de gestão que irá alavancar o desenvolvimento de nossa Universidade".

(Prof. Bruno Lyra - diretor da Faculdade de Computação - Campus Castanhal) / via Email

“Tenho convivido com o João Weyl desde muitos anos. Tive a oportunidade não só de conhecê-lo pessoalmente, mas também profissionalmente. O João Weyl sabe conviver com os desafios, sabe valorizar as pessoas que trabalham com ele e, principalmente, sabe reunir uma equipe para conseguir alcançar objetivos".

(Prof. João Cláudio Chamma - vice-diretor da Faculdade de Computação - Campus Castanhal) / via Email


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Propostas

O que nós iremos fazer

Graduação

Graduação valorizada: cidadania e qualidade no ensino.

Graduação valorizada: cidadania e qualidade no ensino


O primeiro compromisso de nossa candidatura é com o ensino de graduação. O ensino é a primeira missão de uma universidade, mas tem sido relegado a uma condição secundária, na UFPA, nos últimos anos. É preciso pensá-lo de maneira integral, enquanto formação cidadã, humana, cultural, científica e tecnológica dos estudantes e com atenção para as transformações em curso no mundo do trabalho.


Por outro lado, essa situação também se deve a uma lastimável dissociação entre o ensino de graduação e o ensino/pesquisa de pós- graduação. Devemos pensar a pesquisa, a investigação científica, a prospecção tecnológica e a extensão universitária como reflexos e insumos essenciais do ensino, e não como finalidades em si, que dele se isolem. Esse cuidado é particularmente importante em relação às atividades de pesquisa, porque, como sabemos, as cobranças de produtividade que pesam hoje em dia sobre a pós-graduação a levam, muitas vezes, a apartar-se do ensino da graduação.


Propomo-nos a incentivar, com o apoio da comunidade universitária, a criação de instrumentos e Projetos Políticos Pedagógicos inovadores para um ensino renovado de graduação na UFPA. Assim, dentro das estratégias de ensino e aprendizagem, implantar a pesquisa na graduação.


Hoje em dia, para fazer jus à missão da UFPA de formar cidadãos, cidadãs, profissionais esclarecidos e autônomos, faz-se necessário insistir mais sobre o pensar e o fazer e menos sobre a comunicação de meros conteúdos em sala de aula. Ensinar, para nós, deve ser primeiro ajudar ao estudante a ser seu próprio formador, a partir da organização de um ensino emancipatório no qual o estudante é o protagonista de sua formação. Não se pode mais associar o discente a um mero assimilador de conteúdos acadêmicos impositivos que nunca irão enraizar-se o futuro profissional e cidadão que queremos formar.


Isto significa que devemos firmar um pacto universitário: o sucesso desta missão não depende apenas da ação de um Reitor e de um Pró- Reitor que centraliza decisões e pensa sozinho o futuro de toda nossa comunidade de estudantes, técnicos e professores. Depende do empenho coletivo de todas as unidades e de todos os membros de nossa comunidade.


Assim, cabe também refletir sobre a contribuição do modelo dos bacharelados interdisciplinares. Não que eles devam se sobrepor ao modelo atual da graduação, mas que possam se somar a ele. Ambos podem conviver em harmonia e atender às estratégias específicas e diferenciadas da formação acadêmica. Sendo a UFPA uma universidade multicampi, nossas propostas de ações consideram essa natureza e os desafios diferenciados, em cada unidade, para assegurar a qualidade do ensino.


Nossos compromissos:


  • 1. Graduação pública, gratuita e de qualidade é prioridade para a UFPA.

  • 2. Estabelecer quatro ações emergenciais: i) primeira ação– avaliação da graduação, estabelecer um profundo diagnóstico das principais dificuldades para a melhoria continua dos cursos de graduação; ii) segunda ação – estruturação de equipe voltada exclusivamente para solução das dificuldades e problemas encontrados a partir do diagnóstico e, iii) terceira ação – acompanhamento e melhoria continua das boas práticas desenvolvidas na ação anterior; iv) quarta ação - implantação e implementação de plano quinquenal de integração da graduação.

  • 3. Redimensionar a estrutura organizacional e programática da Pró- reitora de Ensino de Graduação – modernizar as competências e as funções.

  • 4. Garantir e avançar em ações de inclusão social, tais como, o sistema de quotas, assistência e integração dos alunos cotista e dos alunos estrangeiros, adequação dos espaços para garantir acessibilidade de pessoas portadores de deficiência.

  • 5. Possibilitar às faculdades um conjunto de flexibilizações dos sistemas computacionais acadêmicos, que permitam o melhor atendimento das necessidades das graduações.

  • 6. Criar o Grupo de Trabalho de Apoio à Graduação – É um grupo de excelência itinerante para auxiliar efetivamente as ações demandas pelas faculdades, tais como orientação, acompanhamento, monitoramento e desenvolver estratégias de fortalecimento dos cursos, notadamente avaliações de cursos, Enade, aprimoramento metodológico do ensino.

  • 7. Reestruturar as diretrizes do Fórum da Graduação – ampliá-lo e transformá-lo efetivamente em tripartite, composto por diretores de faculdade, representação técnica e representação discente, visando ao melhoramento da graduação a partir de uma perspectiva coletiva.

  • 8. Graduação nota 10! Fortalecer a participação coordenada da administração superior, a partir da congregação de todas pró- reitorias, com o objetivo de aprimorar as ações das unidades e das subunidades, com vistas à melhoria da qualidade do ensino de graduação.

  • 9. Implementar um grupo de estudo para avaliar a adequação do modelo dos bacharelados interdisciplinares às demandas da sociedade amazônica e as condições de implementá-los na UFPA.

  • 10. Garantir e ampliar implementação de novas práticas de ensino e aprendizagem, tais como educação semipresencial e a distância, fortemente apoiada em estratégias de uso das Tecnologias de Informação e Comunicação.

  • 11. Garantir e ampliar programas como o PIBID e o estágio docente como formas de qualificar e formar recursos humanos em espaços de integração entre alunos de pós-graduação, graduação e ensino médio e fundamental.

  • 12. Incentivar a mobilidade estudantil. Na era da globalização, as ações de mobilidade, com a realização de parte do percurso acadêmico em outras universidades constituem objetivo da própria universidade (e não apenas do estudante), tento em vista, dentre outras razões, a possibilidade de integrar nossas faculdades em redes de ensino e pesquisa, a atração de competências para a formação do aluno e as repercussões positivas à UFPA. Nesse sentido, nossa gestão fomentará medidas para incentivar as faculdades a firmarem convênios com outras instituições, para facilitar a mobilidade estudantil em graduação e proporá medidas para garantir a recepção dos créditos realizados pelos estudantes em outras universidades do Brasil e de outros países.

  • 13. Atualizar e aperfeiçoar o regulamento da graduação, a partir de consultas públicas junto aos Fórum de Graduação, técnicos- administrativos, representações estudantis e às unidades e subunidades da UFPA.

  • 14. Revisão em abrangência e em profundidade das atuais estratégias políticas de estágios supervisionados e não- supervisionados.

  • 15. Retomada e finalização imediata das obras de instalações de novas salas de aulas para atender às demandas no complexo de saúde.

  • 16. Reestruturação e ampliação da infraestrutura do Ctic e do Ciac, com o objetivo de potencializar as competências instaladas e as atividades em apoio à graduação.

  • 17. Estreitar efetivamente as parcerias entre a UFPA e as prefeituras dos municípios atendidos pelo Parfor, com o intuito de mapear as demandas por cursos, garantir a correta adequação dos locais de oferta e ampliar a qualidade da formação dos alunos. Implantar programas de estágios, de iniciação científica e de outros programas de inserção dos discentes durantes as atividades presenciais.

Pesquisa

Pesquisa com compromisso social e amazônico.

Pesquisa com compromisso social e amazônico


Realizar pesquisa sobre Amazônia, na Região Norte, é um desafio constante que Capes e CNPq devem levar com bastante consideração. A Propesp deve ser uma das vozes de uma comunidade acadêmica que tem dificuldades para concorrer com os programas do Sul e Sudeste (carências de bibliotecas, de acesso à internet e ao portal de periódicos da CAPES, de eventos nacionais e internacionais, de inserção em redes nacionais e internacionais de pesquisa etc.).


É preciso atenção para não transferirmos para o sistema de pesquisa da Amazônia, os modelos vigentes no centro-sul do país; como se nossos reais problemas sociais e tecnológicos pudessem ser resolvidos pela mera adequação ao modelo exógeno dominante.


Precisamos de pesquisas que valorizem a experiência endógena amazônica, inclusive em seus modelos de produção e de gerenciamento dos processos.


Nesse sentido, em primeiro lugar, é preciso refletir e mediar o modelo produtivista que tem se tornado dominante no ambiente da pesquisa e da pós-graduação na UFPA. A imposição de produzir ciência de forma intensiva reduz os resultados qualitativos e pulveriza a construção coletiva de uma sociedade mais justa e mais solidária. Devemos perceber que o imperativo produtivista dominante é consequência da globalização da economia de mercado e não de uma qualificação da inserção social da pesquisa.


No caso da UFPA essa questão é presente e premente: embora acompanhemos uma evolução em nossos índices bibliométricos e a abertura e consolidação de novos grupos de pesquisa e de pós-graduação, perdemos espaço na inserção social de nossa pesquisa.


Avaliamos que, nos últimos anos, faltou apostar numa cultura de cooperação dentro da universidade, e da universidade com seu entorno amazônico. Embora façamos pesquisa na Amazônia e para a Amazônia, a integração dessa pesquisa com os movimentos sociais, com as governanças territoriais e com a sociedade civil em geral ainda é escassa.


É urgente e necessário estabelecer políticas para uma pós-graduação mais cooperativa entre si e com a sociedade amazônica. Pensamos que, numa lógica de colaboração, o todo é maior que a soma das partes e que, em consequência, numa lógica individualista de concorrência e competição, o todo tenda se tornar cada vez menor.


Temos de repensar também a relação da pós-graduação com a graduação. As ações e recursos de pós-graduação podem e devem potencializar o nível de graduação e não existir deles apartados.


Recursos da pós-graduação podem ser direcionados a bolsas de IC, demais bolsas de pesquisa ou extensão que englobem alunos de graduação. A pesquisa de caráter mais avançado deve ser cada vez mais atividade de incorporação de alunado de graduação, através da oferta de bolsas, da explanação em seminários e da incorporação de suas aplicações e discussões nas atividades complementares. A pós-graduação stricto sensu não pode existir enquanto elite da formação universitária, concentrando recursos e impondo um padrão de suposta excelência que serve, principalmente, para manter algumas áreas do conhecimento e alguns recursos permanentemente concentrados.


Os nossos compromissos:


  • 1. Qualidade em Pesquisa e Pós-Graduação: desenvolver um novo plano para expansão e consolidação dos programas de pós-graduação da UFPA, com ações integradas para melhoria dos cursos de graduação, baseado nos principais eixos: i)Promover a melhoria da qualidade dos programas de pós graduação, com expansão de grupos de excelência. ii) Dar especial atenção aos cursos com nível 3 em avaliações seguidas. iii) Promover a interiorização dos programas de pós-graduação, com forte indução para parceria entre programas consolidados atuando em Belém. iv) Fortalecer a articulação de redes de pesquisa entre IES regionais. v) Desenvolver política institucional para expansão do quadro docente dos programas de PG, diminuindo fortemente a relação de doutores que não atuam de forma integral na graduação e na pós graduação. vi) aumentar o envolvimento de discentes em programas de iniciação científica;

  • 2. Inovação e Tecnologia Social: Promover ações para garantir a consolidação do Parque Ciência e Tecnologia Guamá, tais como: articulação para atração de empresas; atração de investimentos para ampliação da rede laboratórios da UFPA (incluindo laboratórios situados nos campi) e dos demais parceiros; garantia de atuação e acesso a novas incubadoras de empresa, grupos de pesquisa/laboratórios, inclusive os que estão situados nos diversos campi. Promover e implementar no parque uma rede de empreendimentos econômicos solidários e aplicação de tecnologias sociais;

  • 3. Rede Paraense de Pesquisa: retomar a liderança da UFPA para proposição e criação de parcerias para ampliação da rede de comunicação que garantam conexões seguras e confiáveis por meio de redes de fibra óptica em toda estrutura da UFPA. Garantir articulação para lançamento de fibra óptica sobre a linha de transmissão de energia entre Tucuruí-Cametá para conexão do campi-Cametá e sobre a linha de transmissão Santa-Maria a Bragança (com conexão em Capanema) para conexão do campus de Bragança.

  • 4. Criar mecanismos de inserção dos técnicos-administrativos dentro do sistema de pós-graduação.

  • 5. Ampliar a relação da pesquisa e da pós-graduação com o setor produtivo e a gestão pública.

  • 6. Articular os programas de pesquisa e de pós-graduação intrainstitucional.

  • 7. Implementar editais internos para fomento de grupos de pesquisa emergentes.

  • 8. Apoiar eventos acadêmicos de difusão da pesquisa e da pós-graduação nas unidades e subunidades.

Extensão

Extensão: Universidade aberta, coletiva e cidadã.

Extensão Inovadora: Universidade aberta, coletiva e cidadã


A extensão universitária é a construção de práticas para o desenvolvimento da sociedade. Assim, a Proex precisa estabelecer um novo modelo que permita estimular a formação integral e integrada por meio de programas e cursos de extensão que ampliem a formação e capacitação de recursos humanos.


Temos experiência e conhecimento para reformular a gestão da Proex com vistas a estimular a formação tecnológica, científica, filosófica, sociológica, cultural, artística e empreendedora por meio de programas e cursos de extensão em parcerias com instituições governamentais e não-governamentais, setor produtivo e a sociedade civil.


Nossos candidatos a reitor, João Weyl, e a vice-reitor, Armando Lirio, apresentam currículos acadêmicos e experiências em gestão centrais ao desenvolvimento de projetos de tecnologia social e assuntos comunitários, como o Navega Pará, a Fapespa, o Parque de Ciência e Tecnologia do Guamá, Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares e Empreendimentos Solidários.


Também devemos pensar que a universidade é executora de serviços públicos que atendem demandas sociais aos diversos segmentos da sociedade paraense. Neles, se desenvolvem ações nas áreas de saúde, jurídicos, psicossociais, Terceira Idade e culturais.


Importa salientar que cada dimensão executada requer uma integração para o seu melhoramento e para os serviços prestados à sociedade paraense.


A Universidade é capaz de desenvolver estratégias que venham consolidar modelos de serviços que venham a ser construídos no conjunto das políticas sociais, assim, propõe-se a criação, na PROEXT, do Centro de Serviços Acadêmicos, espaço de desenvolvimento de metodologias de políticas públicas, já realizados por diversas experiências acadêmicas.


Nossos compromissos:


  • 1. Realizar um diagnóstico das ações de Extensão de forma que subsidie a elaboração de um Plano de Desenvolvimento para a política de Extensão da universidade.

  • 2. Avaliar e reestruturar as funções organizacionais e programáticas da Proex;

  • 3. Criar o Grupo de Apoio Extensão da PROEX - grupo técnico de apoio aos programas e projetos de extensão, com o objetivo de qualificar e adequar às ações da pró-reitoria;

  • 4. Articular permanentemente a Extensão com o desenvolvimento dos projetos pedagógicos das faculdades, assim como, com as ações de pesquisa e ensino;

  • 5. Implementar uma política cultural, comprometida com o apoio e o estímulo a produção e difusão de bens culturais e artísticos;

  • 6. Criar na PROEXT, o Centro de Serviços Acadêmicos;

  • 7. Apoiar o desenvolvimento e modernizar a Clínica de Psicologia;

  • 8. Apoiar o desenvolvimento e modernizar o Núcleo de Prática Jurídica;

  • 9. Estimular e apoiar a criação de escritórios-modelos vinculados aos cursos de graduação.

  • 10. Reativar a Farmácia-Escola e implantar o Laboratório Integrado de Análises Clínicas.

  • 11. Iniciar estudos de viabilidade para a implantação do Hotel-Escola.

  • 12. Redimensionar o projeto de Incubadora de Base Tecnológica.

Assistência estudantil

Vida estudantil: o estudante/cidadão no centro da universidade

Assistência estudantil: o estudante-cidadão no centro da universidade


Há três dimensões da vida estudantil para as quais a Universidade deve olhar de maneira comprometida:


  • 1. Estudante emancipado: o aluno deve aprender a fazer e a pensar, transcendendo a condição de assimilador de conteúdos;

  • 2. Estudante cidadão: o aluno deve ser partícipe das decisões colegiadas da vida universitária;

  • 3. Estudante sujeito de direitos: o aluno deve ter os seus direitos garantidos e defendidos, contar com uma assistência estudantil reforçada, com acessibilidade, com saúde e com um programa de combate a toda forma de discriminação.

Já falamos da centralidade do estudante no ensino da graduação, reflexões que podem ser reproduzidas, tais quais, ao estudante da pós-graduação. Esta centralidade não pode ser realizada sem o incentivo ao protagonismo do estudante na formação acadêmica.


A Universidade aberta e coletiva que se propõe deve incentivar a presença dos discentes nas instâncias deliberativas da UFPA. Nesta perspectiva as representações discentes devem ser regularmente consultadas.


A prática de assistência estudantil não pode ser assistencialista, deve calcar-se na base da garantia dos direitos sociais.


Apesar da UFPA ser localizada numa região com alarmantes índices de desigualdade, há uma negligência no conhecimento do perfil de nossos alunos. É preciso, em primeiro lugar, conhecê-los em detalhes, por meio de uma pesquisa que desenhe com precisão o perfil e as necessidades do nosso estudante. A partir desse perfil devemos construir estratégias eficazes com vista à construção da Plano de Desenvolvimento de Assistência Estudantil, para atender de modo efetivo as demandas oriundas das necessidades sociais dos estudantes.


Nossos compromissos:


  • 1. Estabelecer três ciclos de ações emergenciais: i) primeiro ciclo – avaliação da graduação, estabelecer um profundo diagnóstico das principais dificuldades para a melhoria continua dos cursos de graduação; ii) segundo ciclo – elaboração de um plano de integração da graduação e, iii) terceiro ciclo – implantação e implementação de um sistema pedagógico integrado da graduação.

  • 2. Garantir e ampliar o sistema de quotas e implementar mecanismos mais eficazes na assistência e integração dos alunos quotistas e dos alunos estrangeiros;

  • 3. Possibilitar às faculdades um conjunto de flexibilizações dos sistemas computacionais acadêmicos, possibilitando o melhor atendimento das necessidades das graduações;

  • 4. Elaborar, com a participação dos alunos, docentes e técnicos, um Plano de Desenvolvimento de Assistência Estudantil;

  • 5. Criar o programa Pró-Egresso, o qual buscará com parcerias externas melhorar a inserção profissional dos recentes egressos da UFPA;

  • 6. Criação de espaços de convivência, inclusive com a promoção de atividades culturais, de maneira a favorecer a melhoria da qualidade de vida dos estudantes.

  • 7. Implantar ações de esporte e lazer envolvendo caminhadas, passeios ciclísticos, dentre outras atividades regulares para a promoção do desporto na universidade.

  • 8. Ampliar e consolidar o acesso à internet em todos os campi.

  • 9. Criar instrumentos de apoio à inserção dos alunos estrangeiros;

  • 10. Desenvolver ações afirmativas e campanhas de combate ao racismo, à homofobia e à toda forma de preconceito;

  • 11. Promover políticas de saúde pública voltadas para os discentes , ampliando as parcerias já existentes com outras instituições de saúde e estabelecendo novas parcerias, e;

  • 12. Melhorar a qualidade das refeições servidas nos RUs e redimensionar os espaços de alimentação e convivência da Universidade como os boxes e cantinas de alimentação.

  • 13. Ampliar o apoio aos estudantes por meio de editais de fomento à participação em eventos em níveis local, regional e nacional, a partir de uma estratégia democrática de acesso aos financiamentos.

  • 14. Apoiar a instalação de espaços para funcionamento digno de centros acadêmicos e diretórios de estudantes.

  • 15. Ampliar e aperfeiçoar a política de concessão bolsas de extensão, de pesquisa, de monitoria e de ensino.

Bibliotecas

Valorizar o Sistema de Bibliotecas da UFPA.


Valorizar o Sistema de Bibliotecas da UFPA


A biblioteca deve ser percebida como o coração pulsante da universidade. É muito mais que um espaço de arquivamento e conservação de livros, periódicos e documentos. É bem mais, também, que um espaço para o estudo individual. Ela deve ser pensada como um espaço de convivência e de trocas humanas, um espaço para o encontro e o diálogo.


O Sistema de Bibliotecas da UFPA está sucateado. Além do acervo reduzido, suas instalações demandam um importante investimento. Uma de nossas propostas centrais diz respeito: renová-lo integralmente, dotando-o de equipamentos que permitam essa convivência e mesmo o lazer, tornando-a um espaço central da vida acadêmica do Pará e da vida quotidiana da instituição. Conjuntamente, é necessária uma política mais criativa de valorização do seu acervo e de suas redes digitais.


A Biblioteca Central deve ser um dos pontos de convergência de uma política acadêmico-cultural necessária ao desenvolvimento de uma atividade intelectual de qualidade na UFPA.


Nossos compromissos:


  • 1. Reestruturar as diretrizes programáticas das bibliotecas;

  • 2. Reformar o Sistema de Bibliotecas da UFPA, resolvendo seus graves problemas de iluminação, refrigeração, higiene e conforto;

  • 3. Instalar espaços adequados para o estudo, a leitura e o trabalho em grupo no Sistema de Bibliotecas da UFPA, bem como espaços culturais e de integração de pessoas, como uma sala de projeção audiovisual, um espaço para audições e conferencias e uma área de alimentação.
  • 4. Criar o Plano de Desenvolvimento das Bibliotecas;

  • 5. Implantar o Programa Novos Livros – Adequar os acervos com as necessidades formativas dos ensinos da graduação e da pós-graduação e seus respectivos PPCs.

  • 6. Biblioteca Aberta - Implementar uma política cultural universitária que tenha o Sistemas de Bibliotecas da UFPA como ponto de referência e de integração, possibilitando à sociedade o acesso ao acervo disponível nas bibliotecas da UFPA.

  • 7. Criar uma política institucional para recebimento de doações oriundas de bibliotecas particulares.

  • 8. Descentralizar o modelo de aquisição do acervo para as bibliotecas setoriais.

Política institucional

Política institucional de valorização dos Técnicos-Administrativos

Política institucional de valorização dos Técnicos-Administrativos


Os servidores técnicos e administrativas são atores fundamentais para o avanço da UFPA no caminho da excelência. As habilidades desses servidores devem ser melhor aproveitadas em cargos-chave na gestão. Para isso, a Progep possui papel fundamental, não só para a gestão de pessoas, mas também para a identificação de competências e as devidas realocações com vistas ao melhor aproveitamento do quadro funcional.


Nossos compromissos:


  • 1. Criar imediatamente um grupo de trabalho para estudar a viabilidade da jornada continuada, observada as especificidades das atividades desenvolvidas pelos servidores e as demandas das unidades.

  • 2. Implantar uma Política Institucional de Incentivo à Qualificação strictu sensu e à Capacitação de Recursos Humanos em consonância com linhas de trabalho das unidades nos quais estão vinculados e/ou de interesse do servidor, inclusive com a liberação de suas atividades laborais para o pleno exercício e para aproveito das atividades de mestrado e doutorado.

  • 3. Criar um sistema de gerenciamento de competências dos servidores com vistas a melhor aproveitamento do corpo técnico dentro da universidade.

  • 4. Ampliar o espectro de editais de fomento com o objetivo de oportunizar aos técnicos-administrativos a possibilidade de coordenar/participar em projetos de pesquisa e de extensão.

  • 5. Criação de espaços de convivência, inclusive com a promoção de atividades culturais, de maneira a favorecer a melhoria da qualidade de vida dos servidores técnicos-administrativos no desempenho de suas atividades laborais.

  • 6. Implantar ações de esporte e lazer envolvendo caminhadas, passeios ciclísticos, dentre outras atividades regulares para a promoção da melhoria da qualidade de vida.

Canais Democráticos

Universidade, diálogo e canais democráticos

Universidade, diálogo e canais democráticos


A universidade pública é um local privilegiado para a construção do diálogo social. Devemos facilitar e promover a interlocução, de modo a garantir o direito de voz a setores da sociedade que historicamente foram excluídos desse processo. Um dos nossos nove compromissos fundamentais é estabelecer canais e processos que permitam que a UFPA escute e dialogue com a sociedade civil, com os movimentos sociais, com o setor empresarial e com os parlamentos e governos, de maneiras permanente e institucional, por meio de fóruns que permitam construir agendas estratégicas para o Pará. Pretendemos possibilitar uma universidade que valorize a experiência social e os saberes tradicionais da Amazônia


Para isso, propomos implementar canais democráticos de informação e comunicação: em primeiro lugar, a criação de uma assessoria de Relações Institucionais e, concomitantemente, ampliação dos serviços de ouvidoria pública. Propomos também a implementação, a partir da Academia Amazônia e da Radioweb UFPA, da rádio e TV universitárias, com a implantação de canais de difusão científica que traduzam, na linguagem da vida cotidiana, a pesquisa da instituição e os debates públicos que unem a UFPA à sociedade amazônica.


Nossos compromissos:


  • 1. Apoiar a criação do Fórum Geral dos Movimentos Estudantis, consultivo, que se reúna duas vezes ao ano, com pauta decidida pelas representações estudantis;

  • 2. Criar o Fórum Sociedade/Universidade- espaço de integração e debate entre professores, discentes e técnicos e sociedade em geral, para debater ensino, pesquisa e extensão e suas repercussões junto à sociedade;

  • 3. Assegurar normativas institucionais que garanta a participação da sociedade civil nos conselhos universitários, conforme estabelecida no estatuto da UFPA.

  • 4. Implementação, a partir da Academia Amazônia e da Radioweb UFPA, da rádio e TV universitária.

Desburocratização

Descentralização e desburocratização.


Descentralização e desburocratização


O princípio da autonomia, base da constituição de uma universidade democrática e independente, deve ser pensado, também, no contexto do direito das unidades acadêmicas das instituições decidirem, com maior liberdade, as suas prioridades e as estratégias a utilizar para alcançá-las.


Por isso, pensamos que a UFPA necessita de uma política de descentralização administrativa e orçamentária para suas unidades, sobretudo para os campi.


Pensamos que a gestão pública deve facilitar, o quanto possível, a simplificação e a desburocratização de seus serviços, bem como a agilidade na tomada de decisões. Nesse contexto, a descentralização se torna um imperativo para garantir a autonomia e a participação da comunidade acadêmica na tomada de decisões.


Nossos compromissos:


  • 1. Criar, inicialmente, três Regionais de Campi, instâncias dirigentes para ampliar a capacidade de gestão e articulação dos Campi da UFPA.

  • 2. Criar um Grupo de Trabalho para apresentar um diagnóstico do desenvolvimento administrativo e financeiro da UFPA.

  • 3. Criar parâmetros administrativos que redimensione a matriz orçamentária da UFPA, viabilizando a maior capacidade de autonomização orçamentária e financeira dos Campi e Unidades, criando uma nova forma de pactuação.

  • 4. Avaliar e reestruturar a Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa - FADESP - adequando-a as demandas sócio-intitucionais.

HUs

Hospitais Universitários

Hospitais Universitários


Nos últimos anos, os hospitais de ensino da UFPA sofreram inúmeros desgastes, por gestões ineficazes e tênue governança para a saúde. Como consequência, ocorreram fechamento de serviços, redução do número de leitos, falta de medicamentos e insumos, além do descontentamento e desvalorização dos profissionais que trabalham nos hospitais a prestar assistência à população.


Os hospitais de ensino são indispensáveis para a formação de profissionais para a saúde, assim como são valiosos cenários de prática para outras áreas. Para retomar a excelência do atendimento e valorizar os trabalhadores da saúde.


Nossos compromissos:


  • 1. Fortalecimento das residências médicas e multiprofissionais, com aumento do número de vagas e novos programas.

  • 2. Fortalecer a interiorização da Residência Médica em áreas estratégicas

  • 3. Valorização da preceptoria das residências médica e multiprofissional, com incentivo a remuneração e certificação para preceptores, supervisores e coordenadores de residências.

  • 4. Aumento da oferta de cursos de qualificação para preceptores em parceria com outras IFES, Ministério da Saúde e ABEM (Associação Brasileira de Educação Médica).

  • 5. Maior integração do ensino - serviço e comunidade, desenvolvendo políticas de inserção docente nos campos de prática em saúde nos ambientes dos HU´s vcom o objetivo de fortalecer as redes de atenção.

  • 6. Fomento ao desenvolvimento de mestrados profissionais ofertados pelos HU’s.

  • 7. Plano de Pesquisa e Inovação Tecnológica em consonância a Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Tecnológica do DECIT/SCTIE/MS e a Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde (ANPPS).

  • 8. Incentivo a Pesquisa Clínica com participação nas Redes de Pesquisa Clínica Nacional, objetivando a produção multicêntrica de conhecimentos com a elaboração de projetos para a melhoria da integralidade da saúde e da organização das linhas de cuidado.

  • 9. Criação de uma Política de Incentivo à Qualificação e à Capacitação de Recursos Humanos em consonância com linhas de cuidado hospitalar.

  • 10. Plano de incentivo à qualificação e à Progressão por Capacitação Profissional dos Servidores Técnico-Administrativos em parceria com as pós-graduações dos Institutos da UFPA

  • 11. Incrementar a política de Educação Continuada para profissionais da rede de atenção à saúde, por meio do Programa de Aperfeiçoamento de Profissionais de Saúde - PROAPS. (o PROAPS Já existe)

  • 12. Priorizar o aspecto assistencial, por meio do Projeto Terapêutico Singular e o Plano de Alta Hospitalar.

  • 13. Valorização dos trabalhadores e trabalhadoras por intermédio de melhores condições ambientais para o trabalho hospitalar.

  • 14. Estabelecer conexões colaborativas e eficazes com os atores e gestores institucionais em nível nacional, estadual e municipal, buscando a governança para a saúde na retaguarda hospitalar.

  • 15. Investimento em capacitação para qualificação de gerente nas áreas da linha de cuidados, na administração, nas finanças, planejamento, Vigilância em Saúde e Atenção Integral.

  • 16. Certificar e contratualizar o Complexo Hospitalar da UFPA, com implementação da Comissão de Acompanhamento.

  • 17. Implementar o Projeto de certificação de Serviços de Saúde Ensino e Pesquisa na UFPA (Unidades de serviços de saúde da UFPA certificadas e contratualizadas MEC/MS)

  • 18. Fortalecer o Conselho Gestor do Hospital, garantindo a gestão participativa e transparente pela sociedade civil e demais unidades acadêmicas da UFPA.

  • 19. Estabelecer convênios com curso de Engenharia da UFPA, para incremento da área de Engenharia Clínica Hospitalar.

  • 20. Plano de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) para o complexo hospitalar, priorizando o prontuário eletrônico do paciente (PEP), visando integrar as informações clínicas nos hospitais através de informações digitalizadas que contenham transmissão, arquivamento, recuperação, processamento e visualização de Imagens Médicas (IM) e um Sistema de Informações Hospitalares (HIS) que armazena as informações administrativas e clínicas, possibilitando a comunicação entre todos os membros que formam a equipe multidisciplinar do complexo hospitalar universitário.

  • 21. Reavaliar e reordenar o Plano Diretor de Obras do Hospital.

  • 22. Valorização da Política de Saúde do Trabalhador (Podemos deixar para um segundo momento e melhorar essa ação)

  • 23. Reestruturar a rede Telesaúde para sua inserção no programa de Educação Permanente em Saúde do Ministério da Saúde (Telesaúde Brasil) em parceria com SESPA, Secretarias Municipais e outras instituições.

  • 24. Fortalecer o Programa de Humanização do Complexo Hospitalar norteado pela Política Nacional de Humanização, com prioridade para o acolhimento, a ambiência, a diminuição do tempo de espera, a pesquisa de satisfação do usuário.

  • 25. Reimplantar a dieta alimentar para pacientes e acompanhantes dos usuários no HUJBB

  • 26. Fortalecer a Ouvidoria do Complexo Hospitalar e integrá-la efetivamente a ouvidoria do SUS.

  • 27. Fortalecer as Comissões estratégicas de gestão: prontuário, verificação de óbitos, CCIH, transfusional e ouvidoria, entre outras.

  • 28. Ampliação de serviços de media e alta complexidade, através de projetos apresentados junto a EBSERH e MS-MEC, como a oncologia clínica e cirúrgica, cirurgia digestiva, cirurgia torácica, urológica, vascular, neurocirurgia.

  • 29. Investir na ampliação da área física para criação de novos espaços de atendimento ambulatorial, na aquisição de carros/transporte.

Internacionalização

Melhorar a inserção e o fomento internacional da UFPA

Melhorar a inserção e o fomento internacional da UFPA


A inserção regional, na verdade, se articula também com a inserção internacional. Não é possível pensar uma sem a outra. No plano internacional, também, estamos perdendo a liderança, sobretudo no espaço pan-amazônico. Nossa universidade já se destacou, no passado, pela liderança na construção dos fóruns acadêmicos pan-amazônicos, mas perdemos essa posição. Na verdade, é urgente pensar a internacionalização da UFPA de maneira mais estratégica e elegê-la como prioridade.


A Pró-reitoria de Relações Internacionais ainda não cumpriu o papel histórico e tem de ser reestruturada para poder cumprir várias funções junto à comunidade acadêmica. A Prointer que propomos terá de desenvolver um verdadeiro serviço público para nossa comunidade acadêmica.


Um de seus maiores desafios é o incentivo à mobilidade estudantil. Na era da globalização, as ações de mobilidade, com a realização de parte do percurso acadêmico em outras universidades constituem objetivo da própria universidade – e não apenas do estudante – tento em vista a possibilidade de integrar nossas faculdades em redes de ensino e pesquisa, a atração de competências para a formação do aluno e as repercussões positivas à Universidade.


Nossos compromissos:


  • 1. A PROINTER deve se tornar atenta aos editais internacionais e organizar ferramentas de divulgação interna dessas informações;

  • 2. Facilitar a criação de pontes e acordos consolidados entre as agências internacionais de fomento e nossos laboratórios e grupos de pesquisa;

  • 3. Definir um verdadeiro status para os grupos de pesquisa dentro da universidade;

  • 4. Incentivar a criação de estruturas e laboratórios atrativos para os pesquisadores nacionais e internacionais que queiram trabalhar conosco,

  • 5. Reformar o status e as exigências para acolhimento de professores visitantes;

  • 6. Trabalhar no reconhecimento e na valorização de nossos diplomas fora do país;

  • 7. Promover programas de cooperação científica e de intercâmbio estudantil;

  • 8. Ampliar a quantidade de alunos e docentes estrangeiros presentes entre nós;

  • 9. Facilitar e incentivar a mobilidade internacional de nossos docentes e discentes;

  • 10. Potencializar a atuação da UFPA como Universidade Pan-Amazônica, permitindo intercâmbio efetivo entre Universidades e demais instituições de ensino e pesquisa da Região, dentro do Brasil e nos países vizinhos, de modo a compartilhar experiência e gerar soluções politicamente viáveis e cientificamente proveitosas.

  • 11. Criar um sistema de catalogação e difusão das experiências de internacionalização da universidade.

Sustentabilidade

Qualidade de vida e sustentabilidade nos campi


Qualidade de vida e sustentabilidade nos campi


A UFPA tem se expandido fisicamente sem um planejamento que se faça acompanhar por uma sinalização gráfica e visual, pelos devidos canais de comunicação e que valorize os saberes e experiências tradicionais amazônicos e a vida coletiva. Como instituição que pensa práticas reflexivas e problemas contemporâneos, deve atuar para a redução de resíduos, para a racionalização das formas de ocupação do espaço, para a mobilidade cotidiana sem poluentes e para a diminuição do impacto ambiental na região.


É evidente a desorganização e a mal conservação do campus, que, em seu conjunto, tornam um campus com grande potencial de harmonia e de inserção no contexto amazônico no modelo de uma estética do feio. Seguindo o modelo de virar as costas para o rio, prédios são construídos sem uma integração com a paisagem que valorize os saberes e experiências tradicionais amazônicos e a vida coletiva.


Nossos compromissos:


  • 1. Um planejamento multicampi, a partir de um novo plano diretor, contendo, entre outras proposições: a efetiva sinalização dos espaços e a uma política ambiental inovadora, com uso de tecnologias sociais em benefício dos campi, práticas de coleta e reciclagem de materiais e o aproveitamento de água de chuva, minoração de problemas de energia elétrica e abastecimento de água, atualmente contumazes, ampliação da estrutura de acessibilidade para os portadores de necessidades especiais;

  • 2. Discutir o uso e a ocupação dos espaços dos campi universitários com a comunidade universitária, com transparência e regras claras, a partir de Planos Diretores aprovados institucionalmente;

  • 3. Avançar na política de Coleta Seletiva, incorporando cursos de graduação e pós-graduação no estudo dos resíduos sólidos (Engenharias, Ciências Sociais e Econômicas, Ciências da Saúde, Ciências da Educação, Ciências Ambientais, entre outras), na ampliação e abrangência de sua atuação, na relação com cooperativas de catadores e soluções concretas de reciclagem, passando pela qualificação de servidores, docentes e discentes, com redução de produção de resíduos;

  • 4. Planejamento e projeto de sistemas de saneamento ambiental nos campi, de modo a tratar seus esgotos, melhorar a qualidade da água servida, gerenciar resíduos de modo mais saudável e tratar a água das chuvas, para articular ações com os ciclos de formação promovidos pela UFPA;

  • 5. Implementar um programa de desenvolvimento da infraestrutura de banda larga dos campi e de reestruturação do CTIC, de maneira a atender mais adequadamente a comunidade acadêmica e a sociedade em geral.

Ensino Básico

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